quinta-feira, 8 de novembro de 2012

A fragmentação da Iugoslávia

A fragmentação da Iugoslávia • A Iugoslávia foi criada numa região da Europa chamada Bálcãs, após a 1ªGuerra Mundial- chamava-se Reino dos Sérvios, Croatas e Eslovenos. • 1929 – passou a chamar Reino da Iugoslávia. • Após a 2ª Guerra Mundial passou a chamar República Socialista Federal da Iugoslávia. • O país foi organizado em seis repúblicas - sérvios, croatas, eslovenos, eslavos, muçulmanos, macedônios e montenegrinos. • 1991 – Eslovênia declarou sua independência, seguida pela Croácia e Macedônia. • 1992 – independência Bósnia-Herzegovina • 2006 – Separação entre Sérvia e Montenegro. • 2008 – Kosovo declarou sua independência. Conflitos no Oriente Médio É uma das regiões mais conflituosas do planeta, e a região mais rica em petróleo. • Curdos – território que fica na região da Turquia, Iraque e Irã, da Síria e da Armênia – até 1920 era autônoma. Mas por imposição da Turquia, os curdos ficaram sem Estado. • Palestina e os conflitos entre árabes e judeus • Sionismo tinha como objetivo criar um estado judeu na Palestina. • No início da era cristã, parte do atual Oriente Médio ficou sob domínio dos romanos, expulsando os judeus da região. • No século VII, a Palestina foi ocupada por árabes, conhecidos como Palestinos. • 1933 ascensão do nazismo intensificoua imigração dos judeus para a Palestina. • 1948 – Divisão do território, e criação doestado judeu. • Na década de 1950, entre os refugiados palestinos, começaram a surgir os primeiros grupos de guerrilheiros que tinham como proposta a fundação de um Estado palestino e a devolução por Israel de todos os territórios ocupados. Em 1964 surgiu a OLP (Organização para Libertação da Palestina) • 1980 a OLP abdicou da luta armada. Conflitos na África O termo apartheid se refere a uma política racial implantada na África do Sul. De acordo com esse regime, a minoria branca, os únicos com direito a voto, detinha todo poder político e econômico no país, enquanto à imensa maioria negra restava a obrigação de obedecer rigorosamente à legislação separatista. A política de segregação racial foi oficializada em 1948, com a chegada do Novo Partido Nacional (NNP) ao poder. O apartheid não permitia o acesso dos negros às urnas e os proibia de adquirir terras na maior parte do país, obrigando-os a viver em zonas residenciais segregadas, uma espécie de confinamento geográfico. Casamentos e relações sexuais entre pessoas de diferentes etnias também eram proibidos. Com o fim do império português na África (1975) e a queda do governo de minoria branca na Rodésia, atual Zimbábue (1980), o domínio branco na África do Sul entrou em crise. Esses fatos intensificaram as manifestações populares contra o apartheid. A Organização das Nações Unidas (ONU) tentou dar fim à política praticada no país. Com a posse de Frederick de Klerk na presidência, em 1989, ocorreram várias mudanças. Em 1990, Mandela foi libertado e o CNA (Congresso Nacional Africano, organização negra criada em 1912), recuperou a legalidade. Klerk revogou as leis raciais e iniciou o diálogo com o CNA. Sua política foi legitimada por um plebiscito só para brancos, em 1992, no qual 69% dos eleitores (brancos) votaram pelo fim do apartheid. Klerk e Mandela ganharam o Prêmio Nobel da Paz em 1993. Em abril de 1994, Nelson Mandela foi eleito presidente da África do Sul nas primeiras eleições multirraciais do país.

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